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14/01/2017 | 17:24

Ministério da Saúde recomenda vacinação em São João

Gazeta de São João | Jornalismo

O Ministério da Saúde divulgou no dia 5 de janeiro uma lista de municípios com recomendação da vacina contra a febre amarela e São João da Boa Vista e diversas cidades da região, como Águas da Prata, Aguaí, São José do Rio Pardo, Casa Branca, Tambaú, Caconde, São Sebastião da Grama, Vargem Grande do Sul, Tapiratiba, fazem parte da listagem.

A melhor forma de evitar a doença que causa morte é a vacinação, disponível gratuitamente nos postos de saúde da cidade. O alerta do órgão leva em consideração o período com maior número de casos de febre amarela no País, entre dezembro e maio em regiões silvestres, rurais ou de mata, e a possibilidade real de transmissão nestas áreas com recomendação da vacina.

MORTE

Um homem de 52 anos morreu por ter contraído febre amarela em Ribeirão Preto. A prefeitura informou que ele ficou quatro dias internado e morreu no dia 26 de dezembro. O diagnóstico de febre amarela foi confirmado pelo Instituto Adolfo Lutz. O homem morava próximo a uma região de mata, com macacos hospedeiros do vírus da febre amarela. A suspeita é que espécies silvestres do mosquito Aedes aegypti, que transmite a doença, possam ter infectado a vítima.

Vacinação

A Organização Mundial da Saúde considera que apenas uma dose da vacina já é suficiente para a proteção por toda a vida. No entanto, como pode haver queda na imunidade com o tempo de vacinação, o Ministério da Saúde definiu a manutenção de duas doses da vacina Febre Amarela no Calendário Nacional, sendo o esquema vacinal uma dose aos noves meses de idade com reforço aos quatro anos. Para pessoas de 2 a 59 anos, a recomendação é de duas doses. Além da vacinação, as pessoas que planejam turismo rural, pescaria, visitação de reservas naturais, parques ecológicos, cachoeiras, rios, florestas, parques urbanos, bem como aqueles que praticam atividades laborais relacionadas ao extrativismo, à fauna e à flora em ambientes rurais e silvestres, devem adotar outras medidas de prevenção, tais como: utilizar roupas que protejam todo o corpo (sapato fechado, camisa de manga longa e calça comprida), usar repelentes e evitar ou reduzir a exposição no horário de maior risco (9h00 às 16h00).

SINTOMAS

Os sintomas iniciais incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Cerca de 20-50% das pessoas que desenvolvem doença grave, podendo vir a óbito, informa o Ministério da Saúde.

Às pessoas que identifiquem alguns destes sinais, o Ministério da Saúde recomenda procurar um médico na unidade de saúde mais próxima e informar sobre qualquer viagem para áreas de risco nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas.    

Fonte: Gazeta de São João

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