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23/11/2020 | 07:37

CNPq aprova projeto de pesquisa da Unifae

Unifae | Jornalismo

Projeto de pesquisa que envolve docentes de cinco cursos da UNIFAE e que nasceu a partir de um edital divulgado pela pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeq), foi aprovado pelo CNPQ, Conselho Nacional de Pesquisa, para receber recursos de implantação.

Coordenado pelo Prof. Dr. Eduardo Buozi Moffa (Odontologia), o projeto “Diabetes Mellitus tipo II na Atenção Primária: intervenção, comorbidades e relação com biomarcadores salivares.” conta com a colaboração da Profa. Dra. Danyelle Marini (Farmácia), Profa. Dra. Francielle Rodrigues Guimarães (Fisioterapia), Profa. Me. Giovanna Valim Jorgetto (Enfermagem) e Profa. Dra. Marta Regina Gonçalves Correia-Zanini (Psicologia), além do apoio de parceiros da UNICAMP, UFOB, UFU, CEUMA e EERP – USP.

 

“Nós estamos muitos felizes com a aprovação de um projeto nosso pelo CNPQ, pois é reflexo do desenvolvimento da pesquisa científica da UNIFAE. Contamos com um corpo docente muito competente e estou certa de que, organizados e unidos, iremos muito longe nesta área.”, comemora a Profa. Dra. Laura Rezende, pró-reitora da Propeq. “Temos disponibilizado os editais dos órgãos de fomento e trabalhado com os professores na redação desses projetos. O texto elaborado pelo Prof. Eduardo, juntamente com as professoras colaboradoras da UNIFAE e os parceiros externos que buscaram, foi muito elogiado pelo CNPQ pela qualidade técnica e o aspecto multidisciplinar, que permite a integração da pesquisa, com o ensino e extensão. Estou certa de que este é o primeiro de muitos outros que virão.”

O Prof. Dr. Eduardo Moffa, que é também coordenador do curso de Odontologia da UNIFAE, está muito entusiasmado com as perspectivas da pesquisa:  “Vamos estudar pacientes com diabetes buscando identificar biomarcadores salivares relacionados à doença. Sabemos que a diabetes evolui e, muitas vezes, o protocolo de tratamento não está bem estabelecido. Nossa proposta é identificar como é feito o tratamento e propor uma sequência de novos cuidados, ao mesmo tempo em que capacitamos toda a rede de atendimento do município. A inovação deste trabalho é que, muitas vezes, estes pacientes com diabetes ou pré-diabetes não têm atendimento odontológico e infecções oportunistas como as da cárie oral podem diminuir o efeito da medicação usada para combater a doença.”

 

Outro aspecto considerado por Moffa é que as Clínicas de Odontologia que estão sendo montadas na UNIFAE poderão ser utilizadas para atender estes pacientes.

“A vice-reitora Anita Nagib já vinha conversando com o Departamento de Saúde para que pudéssemos ter um ambulatório para diabetes, então, a ideia é que o atendimento odontológico posso ser realizado como parte deste projeto. Assim, o estudante que fará o atendimento destes pacientes especiais também coletará os dados que serão utilizados para a pesquisa.”

O projeto prevê que um grupo controle receba o tratamento convencional enquanto um outro grupo recebe o tratamento proposto pelos pesquisadores, explica o coordenador da pesquisa: “Ambos serão estudados em relação à qualidade de vida. Vamos trabalhar com vários testes sanguíneos e salivares, com o objetivo de identificar qual biomarcador está relacionado à doença. Estes pacientes serão acompanhados e monitorados. O objetivo final será propor um novo tipo de tratamento e capacitar a rede”, conclui.

 

Fonte: Unifae

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