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11/06/2016 | 00:00

6ª Exposição do Cavalo Mangalarga final de semana

Gazeta de São João | Gazeta de São João

Melhores cavalos da raça Mangalarga no Recinto de Exposições

Os admiradores do Mangalarga poderão ver os mais nobres exemplares desta raça de cavalo, que estará exposta no Recinto de Exposições José Ruy de Lima Azevedo. A 6ª Exposição do Cavalo Mangalarga termina no domingo, dia 12, e a entrada é franca.

O evento que acontece desde ontem no Recinto da EAPIC é uma das provas oficiais da raça e integra uma das etapas do calendário oficial, e acontece na semana em que ainda é permitido a classificação dos animais para a Exposição Nacional.

De acordo com o coordenador e facilitador do Núcleo dos Criados do Cavalo Mangalarga Marchador da Alta Mogiana, Tito Livio Barroso Filho, os animais que se classificam em primeiros e segundos lugares nas exposições especializadas garantem vaga na exposição nacional, o que indica que a exposição de São João tem a presença de grandes destaques.

"A tradição do Mangalarga na região anima os visitantes, os quais poderão ver animais dos maiores e melhores criatórios da região sudeste", destaca Tito.

Tito informou que a expectativa é receber cerca de 200 animais neste final de semana. Segundo ele participam grandes criadores de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul.

A prova avalia cavalos e éguas jovens e adultos em morfologia de potros e potras de até 3 anos e também com o esperado julgamento de marcha para animais de até 39 meses.

MARCHADOR

O cavalo Mangalarga Marchador é originário do Sul do Estado de Minas Gerais, e tem como função principal a Marcha, que é distinta das outras encontradas nos demais marchadores do mundo. A Marcha, que é o passo acelerado, se caracteriza por transportar o cavaleiro de maneira cômoda, pois não transmite nele os impactos ocorridos como os animais de trote.

O andamento genuíno do Mangalarga Marchador é acompanhado de outras importantes características: temperamento ativo e dócil (pode ser montado por pessoas de qualquer faixa etária e nível de equitação); resistência (grande capacidade para percorrer longas distâncias e enfrentar desafios naturais); inteligência (seu adestramento é fácil e rápido em relação a outras raças de sela); rusticidade (opção de se criar somente em regime de pasto, diminuindo seu custo de produção e manutenção, facilitando seu manejo). A rusticidade é observada também na facilidade de adaptação a quaisquer terrenos e climas como o tropical, temperado ou frio.

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