BNDES quer reativar linha de passageiros

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A ferrovia Campinas - Poços de Caldas, a antiga estrada de ferro da Mogiana, poderá ser reativada por meio de projeto de desenvolvimento de fomento ao turismo regional e ao transporte de passageiros, desenvolvido pelo BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
A partir dos primeiros resultados de pesquisa encomendada a Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, o BNDES constatou imediato potencial turístico e de transportes de passageiros, em 9 do 64 trechos pesquisados.
Dos 9 trechos, 3 foram apontados como de grande atrativo para a iniciativa privada, entre eles a ‘Mogiana’, que passa por São João da Boa Vista, e identificados como grande potencial de investimentos. Os outros melhores trechos são os que vão de Itatiaia/Volta Redonda e Londrina/Maringá.
O projeto de utilização, que está sendo detalhado pela UFRJ, prevê uma avaliação das condições da linha férrea existente, da perspectiva de movimentação de passageiros e custos para a melhoria das vias existentes. Os estudos estão contemplando um levantamento de fluxos de movimentação de passageiros entre os municípios, tempo de viagem, tarifas, percursos utilizados.
Compondo o lote de 9 trechos que estão recebendo atenção, inicialmente estão os de: Fortaleza/Sobral, Campinas Grande/Cabedelo, Cachoeiro do Itapemirim/Vitória, Varginha/Cruzeiro, Caxias do Sul/Porto Alegre e Pelotas/Rio Grande.
Os recursos destinados para o projeto de transporte ferroviário de passageiros de curta distância, ou o trem de vizinhança como é também conhecido, são da ordem de US$ 269 milhões.
MOGIANA
Uma das intenções do projeto seria utilizar as mesmas estações de passageiros da antiga Mogiana: Campinas, Paulínia, Mogi Mirim, Mogi Guaçu, Aguaí, São João da Boa Vista, Águas da Prata e Poços de Caldas, há controvérsias se Paulínia deve, ou não, se manter no percurso.
O primeiro trecho de Campinas a Mogi Mirim foi inaugurado em 27 de agosto de 1875. Em 1º de janeiro de 1878, inaugurou-se o trecho Mogi Mirim - Casa Branca; no mesmo ano, em 14 de janeiro, foi inaugurado o trecho até Poços de Caldas, passando por São João.
Atualmente, a maioria das estações está sendo recuperada pelas Prefeituras, para exercer funções diversas da movimentação de passageiros. A estação de Paulínia mantém em atividade uma Maria Fumaça que faz o percurso até Jaguariúna, onde a estação foi restaurada e transformada em centro cultural. Mogi Mirim mantém a antiga estação funcionando como terminal de transporte urbano. Em Mogi Guaçu, a estação foi transformada em Biblioteca.
Em Aguaí, a estação está conservada, mas completamente desativada desde 1996. A estação de São João, desativada em 1975, abriga, além do Centro Cultural, o Departamento de Cultura, o Arquivo, a Academia de Letras, o Banco do Povo e o PAT - Posto de Assistência ao Trabalhador. Já a estação de Poços de Caldas está abrigando a sede da Guarda Municipal e da Defesa Civil.
Ao contrário destas cidades, Campinas e Águas da Prata são as únicas cidades onde as antigas estações estão completamente abandonadas.
Trecho está concedido para a Ferroban
O projeto do BNDES prevê que o transporte de passageiros seria feito pela iniciativa privada, através de processos de licitação pública.
O trecho da Mogiana, bem como outras vias ferroviárias do Estado de São Paulo, já foram concedidos a uma empresa privada.
Eles estão sob a concessão da Ferroban - Ferrovias Bandeirantes, que detém a concessão exclusiva para o transporte de cargas. O diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Mogiana, Celino Soares Silva, considera a iniciativa positiva, mas não acredita, nesta hipótese, em função da falta de interesse da Ferroban. Ele acredita ser complicado a utilização da mesma linha por empresas diversas.
A assessoria de imprensa da empresa confirmou que a Ferroban não tem a intenção de trabalhar com transporte de passageiros. Quanto ao fato de duas empresas poderem explorar comercialmente um mesmo trecho de ferrovia, a assessoria informou que não há empecilho.
Alguns trechos da ferrovia já são explorados por empresas diferentes, no transporte de carga e passageiros.



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